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quarta-feira, 14 de abril de 2010

KIT DO BRASILEIRO

Recebi por e-mail e resolvi postar aqui.

Vai transar?
O governo dá camisinha.


Já transou?
O governo dá a pílula do dia seguinte.


Teve filho?
O governo dá o Bolsa Família..
 
Tá desempregado?
O governo dá Bolsa Desemprego.
Vai prestar vestibular?
O governo dá o Bolsa Cota.


Não tem terra?
O governo dá o Bolsa Invasão e ainda te aposenta.

  
RESOLVEU VIRAR BANDIDO E FOI PRESO?
Desde 1º/1/2010 O GOVERNO DÁ O AUXÍLIO RECLUSÃO?

Esse é novo: Todo presidiário com filhos tem direito a uma bolsa que, é de R$798,30 "por filho" para sustentar a família, já que o coitadinho não pode trabalhar para sustentar os filhos por estar preso.

Não acredita?
Confira no site da Previdência Social.

Portaria nº 350, de 30/12/2009, do INSS

*Mas experimenta estudar e andar na linha pra ver o que é que te acontece!*

"Trabalhe duro, pois milhões de pessoas que vivem do Fome-Zero e do Bolsa-Família,  sem trabalhar, dependem de você"

quarta-feira, 31 de março de 2010

USA X USB

Michel Sokol escreveu na Rolling Stone do mes passado um artigo devastador sobre o maior pesadelo da indústria do entretenimento, os downloads ilegais de músicas, utilizando-se de uma metáfora do filme Avatar e o incômodo que isto causa em artistas como Bono e Lily Allen. Cito parte do texto:

"Liberdade, Igualdade e Fraternidade. É com um futuro assim que a humanidade sonha há pelo menos 200 anos. E o sonho não acabou, ao contrário, ganhou recursos para ser sonhado em 3D. É só colocar os óculos e ver a mata florescer fluorescente diante dos teus olhos, brilhando colorida num mundo em que todos têm uma trança no cabelo que não é uma trança, mas um cabo USB que serve para fazer download das árvores, dos bichos e até de Deus - tudo de graça. E quando alguém morre, transferem-se os arquivos da alma do morto para outro hardware, digo, corpo, e assim todos vivem felizes e conectados para sempre em um futuro que só não é perfeito porque o James Cameron vacilou ao colocar um rabo enorme e azul pregado no futuro do seu traseiro. Gostou? O Bono não. Ao que parece o vocalista do U2 é contra a idéia de um futuro azul, libertário, igualitário, fraterno e rabudo à base de download gratuitos."

No cinema, Hollywood acendeu hoje o sinal amarelo para a Espanha sobre a suspensão da distribuição de filmes para aquele país alegando que as vendas de DVD's caíram 75% em cinco anos por causa da pirataria e que o número de downloads ilegais passou de 132 milhões para 350 milhões entre 2006 e 2008.

Olhando hoje, mais de uma década depois, o Napster foi fichinha naquele celeuma todo inicial. A indústria do entretenimento é um monstro que come suas próprias entranhas e regurgita pra comer de novo como um animal insaciável. A mesma indústria que distribui filmes, discos e músicas é a mesma que estimula o consumo de compra de dvds, hardwares, softwares, banda larga e toda tecnologia de ponta que permite baixar e armazenar filmes num curto espaço de tempo e em drives cada vez mais compactos e possantes.

Há décadas esta indústria explorou o mercado como quis de uma maneira estática - produzindo e vendendo  a seu modo sem se importar com a opinião do consumidor. Quem apostou que a globalização fosse um rio fluente de $$$ tem que repensar seu modo de produção e criação, até porque são diversas variáveis a serem analisadas incluindo as peculiaridades legais de cada país.

Mas meu ponto de vista é o mesmo de Sokol: é uma guerra USA x USB e quem não reconstruir seu formato musical ou cinematográfico com relação à distribuição e venda, vai perder esta guerra para os artistas e estúdios mais criativos. 

Avatar foi uma destas criações. Foi reinventado desde as câmeras especiais desenvolvidas especialmente para as filmagens. Eu, por exemplo, nunca pensei em assistí-lo antes de outra forma que não fosse no cinema e em 3D.  Lost é outro exemplo. Mesmo com os episódios disponíveis para download uma semana antes de passar na TV é um sucesso de público e de vendas de DVD, por conta do formato criado pelos autores e pela interatividade dos fã através da internet.

Engana-se quem pensa que o consumidor não paga o preço justo por um produto justo. Apenas não gostamos de sermos sangrados no pescoço.

quarta-feira, 3 de março de 2010

DINHEIRO COM ASAS



Ontem eu li num matutino local, uma compilação de matéria publicada nesta segunda na Folha de São Paulo sobre os orçamentos das Assembléias Legislativas dos Estados e os números são impressionantes. Roraima é o Estado que mais onera o contribuinte, pois lá cada deputado custa R$ 258,93 por habitante/ano, seguido de perto pelo Amapá, onde 6,1% de toda a verba anual do Estado vai para a Assembléia.

E estamos falando de parlamentares estaduais. Quando a coisa vai para o nível federal a comparação é mais grotesca. Um deputado federal tem custo mensal de até R$ 117 mil, incluindo salários, verbas indenizatórias, auxílio-moradia, cota postal, vale-transporte aéreo e verba de gabinete. Custa 40% a mais que seu colega alemão e o dobro de seus colegas franceses ou ingleses.

                                  Fonte: Mundo Estranho                                        

A discrepância entre Estados se dá porque estes têm autonomia para definir qual o percentual de repasse às Assembléias. Ou seja, o gestor pensa que o dinheiro é dele e gasta como pode ou gasta o que quer. De forma moral ou imoral. Neste caso, em detrimento de saúde, educação, saneamento, transportes e outras necessidades que somente são lembradas nas campanhas políticas quando estes mesmos deputados correm atrás do nosso voto.

 
Fonte: Jornal Extra

No Maranhão, que tem 42 parlamentares, o custo da Assembléia é de R$ 147,1 milhões/ano, ou seja, para manter cada parlamentar o Estado – com sua estrutura social capenga - gasta R$ 3,5 milhões/ano. O retrato deste descaso social foi mostrado hoje no Bom Dia Brasil numa matéria que mostra o abandono pelo poder público de escolas que estão fechadas por todo o Estado devido à "falta de recursos", servindo de abrigo para sapos e cobras. No bairro vizinho onde moro tem uma. Novinha em folha. Foi construída há quatro anos e nunca foi inaugurada. Acho que estão esperando cair pra fazer novo orçamento e construir outra.

Nas palavras do jornalista Alexandre Garcia, cujo vídeo segue abaixo, ele diz a verdade nua, crua e óbvia: "parece que é planejado para manter as crianças nos mesmos níveis de alfabetização, no mesmo humilde analfabetismo que os pais para que sejam servos e não cidadãos. Se forem cidadãos, vão perceber que ao comprarem estão pagando imposto, estão pagando os salários dos políticos, portanto eles são os patrões. Se os políticos são os mandatários, eles são os mandantes. Quando acabarem percebendo isso, eles vão votar melhor."

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

A VIDA SEXUAL DOS BRITÂNICOS

Lendo a recente pesquisa divulgada na mídia sobre a sexualidade inglesa onde os dados indicam que os divorciados fazem mais sexo que os solteiros e os casados, me vêm na cabeça o filme "O Sentido da Vida" do Monthy Phynton e as atrapalhadas do Príncipe Charles, o feioso.

Uma das primeiras cenas do filme - o episódio Sexo - mostra um  ríspido professor inglês de ensino médio dando aula de educação sexual para uma turma entediada e sonolenta onde , entre divagações sobre os preliminares, ele apresenta a própria esposa na sala de aula para uma aula prática interrompida diversas vezes por motivos fúteis sempre com o alerta para a classe de: " Prestem atenção pois não tenho nehuma intenção de repetir isso novamente!" Satirizando seus próprios compatriotas, o Monthy Phynton caracteriza o sexo para os ingleses como uma coisa abjeta e desnecessária na vida a dois.

Quanto ao  Príncipe Charles, com sua cara de tédio eterno, parecia preferir uma partida de pólo à  companhia de sua bela esposa, a Princesa Diana. E ele consta nos anais das façanhas tenebrosas, como um dos raríssimos casos de pulada de cerca onde se troca uma princesa linda, jovem e loira, por um jaburu de meia idade com motor quase batido. Queimando o filme de toda a classe masculina. O pior é que depois de viúvo, como todo mundo sabe, juntou os paninhos com o tal jaburu. De certa forma, ratifica a pesquisa considerando o status viúvo/divorciado uma condição similar.

Assim, com relação ao  resultado da pesquisa, imagino que os números revelem que jovens ingleses estão ficando cada vez mais entediados devido a competição entre sexos e por conta disso acabam se tornando seres andróginos; daí, quando adultos e casados, a falta de prática na juventude torna-os formais e britanicamente sisudos a ponto de não conseguirem manter uma relação sexual estável. 

Então quando se divorciam, com o tempo ocioso que lhes circunda, se dão conta da vidinha solitária que levam e adotam a filosofia proustiana de irem em busca do tempo perdido.


O Sentido da Vida: Trecho comentado no post acima:

sábado, 9 de janeiro de 2010

LUTAS.DOC: VI E RECOMENDO


Conforme havia dito em postagem anterior, repasso a impressão que me causou o primeiro episódio da série Lutas.doc exibido pela TV Brasil. Embora tenha deixado lacunas no desenrolar dos depoimentos – talvez pelo formato curto dos episódios – fiquei razoavelmente satisfeito com o programa, principalmente porque envolve histórias que não nos ensinam nas escolas.

Exibido na quarta-feira passada, o programa ressaltou quantitativamente o número de pessoas assassinadas no Brasil nas últimas décadas buscando um parecer histórico que pudesse justificar o fomento desta violência. Os números impressionam: foram 516.000 pessoas assassinadas na década de 90 e 1.200.000 entre 1980 e 2000. Neste contexto, o programa questionou: o brasileiro é um povo pacífico?

Neste contexto volta-se ao período do descobrimento. Os portugueses aportam no país e se impressionam com a nova terra: madeira de lei, terras férteis, minerais preciosos e mão de obra gratuita. Esta seria a visão comercial da coroa portuguesa. O que pensaram os indígenas – originalmente canibais - quando viram as naus ao largo da baía e os primeiros homens brancos com suas indumentárias? Arrisco dizer que foi: que sabor terá esta carne branca? Sim, porque a partir daqui, o que a história trata como descobrimento do Brasil, foi na verdade a invasão comercial e capitalista dos portugueses, seguido do saque de nossas riquezas minerais e o massacre dos povos nativos, os indígenas.

Neste ponto, com a guerra anunciada entre o invasor e o invadido, outro paradoxo: o significado da guerra para os indígenas era um e o significado da guerra para o europeu era outro. Para os indígenas, a violência da guerra era um ritual. O inimigo seria capturado e comido literalmente. Um canibalismo que assustava o europeu e que os entendia como animais. A guerra para estes era uma estratégia de colonização. Uma estratégia necessária.

Outro momento oportuno destacado no programa foi o entendimento da personalidade ambígua do brasileiro. A forma de não se comprometer totalmente. Das coisas menores como marcar compromissos com amigos a enaltecer mitos cuja representatividade histórica é, no mínimo, controvertida. Exemplos citados desta ambigüidade foram  Floriano Peixoto e os Bandeirantes. 

Floriano Peixoto foi o vice de Deodoro que assumiu quando este renunciou, e que se manteve inconstitucionalmente no cargo de Presidente da República. Impopular, o ditador utilizou-se da violência para acabar com a Revolução Federalista no Rio Grande do Sul, e ainda assim foi homenageado em Santa Catarina, sob protestos, com a mudança do nome da capital do Estado, de Nossa Senhora do Desterro para Florianópolis. 

Quanto aos bandeirantes, que passaram para a história como desbravadores do sertão aumentando o território para além dos Tratados de Tordesilhas, as suas missões nada tinham a ver com estes interesses. Elas consistiam de captura de índios para escravidão, busca de pedras e metais preciosos e de sertanismo de contrato para combater índios e quilombolas. Ao longo de sua empreitada foram responsáveis pelo extermínio de diversas nações indígenas, através do banderismo de preação, que era uma atividade altamente rentável para eles.

Ironicamente, nos dias atuais, uma das principais avenidas de São Paulo recebe o nome de Av. dos Bandeirantes, e as transversais o nome das nações indígenas dizimadas por eles.

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

HISTÓRIAS QUE NÃO ENSINAM NA ESCOLA: O CALDEIRÃO DE SANTA CRUZ DO DESERTO


Assisti por estes dias dois documentários que me despertaram da inércia (leia-se preguiça) deste início de ano. Foram o Caldeirão de Santa Cruz do Deserto, de Rosemberg Cariri e o Lutas.doc da TV Brasil, que pretendo comentar em outra postagem.

A respeito do Caldeirão a primeira coisa que me veio na cabeça é de que não se ensina esta história do Brasil nas escolas. Quando crianças e adolescentes, somos educados por alienação. Ensinam-nos a cultura da formalidade: o Descobrimento, a Independência, a Proclamação da República, etc, etc, etc. Ocultam-nos o intrínseco. O cerne da história que nos transformou em quem somos.

A história do Caldeirão é o relato vivo de uma comunidade criada por um negro, o beato Lourenço, sob a proteção de Pe. Cícero em terras cedidas por este no Cariri, em 1926, e que alheio a todas adversidades da região tornou-a próspera e fértil graças aos esforços comuns dos camponeses que a mantinham produtiva, como um oásis dentro de uma região devastada continuamente pela seca e pela miséria, inclusive no socorro a centena de flagelados da grande seca de 1932.

A prosperidade do assentamento tornou-se incômoda para a Igreja e para os coronéis das regiões adjacentes: os salesianos alegavam que dentro do Caldeirão praticavam-se cultos pagãos e os coronéis queixavam-se da perda de produtividade de seus latifúndios na medida em que a mão de obra explorada ficou escassa, pois os trabalhadores optaram pela comunhão trabalho x alimento que encontravam nas terras do beato.

Utilizando-se do poder político, das perseguições a seus inimigos e da manipulação do povo analfabeto, os coronéis e os salesianos buscaram colocar a opinião pública contra aqueles a quem taxaram de fanáticos religiosos e comunistas o que, após a morte de Pe. Cícero permitiu a intervenção policial do Estado na região, com a destruição das benfeitorias do vilarejo e dando início à dispersão da comunidade e a fuga do beato para as matas da Chapada do Araripe que posteriormente foi  invadida por terra e bombardeada pela aviação militar  numa intervenção conjunta do Exército e da Polícia Militar do Ceará, resultando no extermínio de 400 camponeses (números oficiais) incluindo mulheres e crianças.

Cerca de 50 anos após o conflito, durante o documentário, os algozes, alegando outra visão da história, buscavam o paradoxo dos seus vereditos inocentando a si próprios como agentes "cumpridores de ordens superiores".

Sob esta ótica a história estaria repleta de inocentes: não se condenaria a Igreja pelo massacre da Inquisição ou os nazistas pelo extermínio dos judeus nos campos de concentração, por exemplo.

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

CURATIVO NO OLHO DOS OUTROS É REFRESCO!


Como a maioria dos brasileiros quando está doente e procura uma farmácia ao invés de procurar um médico, a justiça do Paraná levantou um lado da venda que cobre os olhos e tomou uma iniciativa preventiva para punir futuras barbáries nos seus estádios.

É uma medida paliativa. Funciona quase como um curativo de emergência. Primeiro porque só resolve parte do problema e depois é necessário que ela seja posta em prática e não fique apenas ilustrada no papel.

Pelo projeto, os clubes deverão fazer um cadastro no momento da compra dos ingressos, com apresentação de um documento de identidade e a comprovação do endereço. Os integrantes de torcidas organizadas precisarão apresentar ainda certidão de antecedentes criminais.

Os clubes devem colocar monitores de imagem nas catracas dos estádios e instalar equipamentos para fotografar o rosto de cada torcedor que ficará relacionado ao ingresso adquirido. As informações deverão ser preservadas por 30 dias. Caso o clube não cumpra o previsto na legislação as penas são de advertência, multa ou cassação do alvará.

Como comentei em postagem anterior, é necessário que se inclua o banimento pra sempre dos estádios, do torcedor envolvido em pancadarias como aquela do jogo do Coritiba.

Não basta apenas identificar. Tem que punir. Meter na cadeia.

O problema é que continuamos no país da pizza.

Hoje mesmo fiquei sabendo que após filmado recebendo propina e denunciado por corrupção, o governador Arruda, de Brasíla,  somente terá seu processo de impeachment julgado em janeiro. E isso somente será possível porque os parlamentares que irão julgá-los, vão reduzir suas férias ( rá, rá, rá!!! ) para se reunir em sessões extraordinárias ( rá, rá, rá ), recebendo verba extra ( o famigerado jeton ), para analisar o processo.

Se não, só em fevereiro...

E olhe lá, pois em fevereiro tem o carnaval!!!

domingo, 13 de dezembro de 2009

MERECEMOS SEDIAR UMA OLIMPÍADA E UMA COPA DO MUNDO?


Enquanto assistia   Liverpool X Arsenal me lembrei da violência gratuita do último final de semana no Paraná, durante o jogo do Coritiba. Lembrei-me, porque nos estádios ingleses não existe alambrados separando o torcedor do campo de futebol e a ainda assim torcida não invade o gramado. Mas não é porque os ingleses são educados. Há pouco mais de uma década invadia-se o campo e os hooligans distribuiam porrada dentro e fora do estádio. E morria gente no meio da pancadaria. O futebol inglês foi para o fundo do poço.

O que foi feito para acabar com aquela selvageria foi instituir e cumprir uma legislação de punição e banimento dos bárbaros que disseminavam a selvageria dentro das torcidas nos estádios. A lei é cumprida tão à risca que se o torcedor invadir o estádio só pra dar uma corridinha pra abraçar o jogador, é retirado na marra, detido como vândalo, fichado e banido pra sempre dos estádios de futebol ingleses.

Como vivemos num país em que nem sempre a lei é cumprida, associo tudo isso à propaganda que se vem fazendo sobre o Brasil sediar as Olimpíadas e a Copa do Mundo. Sou totalmente contra.

O quê o país e a população ganharam sediando os últimos Jogos Panamericanos, por exemplo?

Acho que deveria existir uma lei internacional de que enquanto um país não apresentasse um índice mínimo de segurança pública, não deveria sediar estes tipos de competição.

Seria uma forma de punição. Porque, na verdade, o esporte é para as massas, mas por trás do esporte há os interesses políticos e comerciais que estes eventos representam. Interesses em ganhar novas fatias do mercado internacional. E estes interesses não cobrem a segurança, o conforto e o zelo pelo torcedor.

Apenas o lucro e o merchandising, de poucos.